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Simulação de Emissão de Duplicatas: O Perigo da "Duplicata Fria"No dinamismo do mercado de crédito, a antecipação de recebíveis é uma ferramenta vital para o fluxo de caixa das empresas.

No entanto, existe uma linha tênue — e perigosa — que separa a estratégia financeira do ilícito penal: a emissão de duplicatas simuladas, popularmente conhecidas como "duplicatas frias". A duplicata é um título de crédito causal, o que significa que sua existência depende obrigatoriamente de uma compra e venda mercantil ou de uma prestação de serviços efetiva. Quando uma empresa emite esse título sem que haja a entrega da mercadoria ou o serviço realizado, estamos diante de u

IDPJ – O meio legal que deve ser estruturado no momento da concessão do crédito.A maioria dos credores encaram a "execução frustrada" como o ponto final de uma disputa judicial.

O cenário é comum: a empresa “ganha” o processo, mas ao tentar receber o crédito, depara-se com contas vazias, inexistência de ativos e etc. No entanto, a insolvência aparente não deve ser confundida com a inexistência de bens. O Incidente de Desconsideração da Personalidade Jurídica (IDPJ) é o mecanismo legal que permite romper a blindagem patrimonial utilizada para ocultar ativos. O IDPJ não é apenas uma questão jurídica, mas uma proteção do fluxo de caixa e do ROIC (Retorn

Penhora de Faturamento: A Chave para Romper a Blindagem Patrimonial e Recuperar o AtivoPara os credores, o "ganhou, mas não levou" é uma das maiores frustrações do contencioso judicial.

Quando nos deparamos com devedores que mantêm operações ativas, mas esvaziam contas bancárias estrategicamente, a Penhora de Faturamento deixa de ser uma opção secundária para se tornar o instrumento de pressão mais eficaz. Diferente de buscas infrutíferas via SISBAJUD, a penhora sobre a receita bruta ataca o fluxo de caixa — o coração da operação do devedor. Não se trata apenas de receber o crédito, mas de reequilibrar a mesa de negociação. Ao interceptar o faturamento: • Qu

Penhora de Direitos sobre Imóvel Alienado Fiduciariamente:

Muitos credores ainda desistem de buscar a satisfação de seus créditos quando descobrem que o único bem do devedor é um imóvel financiado via Alienação Fiduciária. O pensamento comum, mas equivocado é: "O imóvel não pertence ao devedor, mas sim ao banco". Embora a propriedade resolúvel pertença à instituição financeira, o devedor fiduciante possui direitos aquisitivos derivados do contrato. E esses direitos têm valor econômico e podem, sim, ser penhorados! A jurisprudência do

Garantias como Lastro da Estabilidade na Recuperação Extrajudicial

Dando continuidade à análise estrutural da Recuperação Extrajudicial (RE), um ponto de inflexão crítico para a adesão dos principais stakeholders é o tratamento das garantias. A gestão das garantias não é apenas uma formalidade cartorária, mas a moeda de troca essencial para a obtenção de novos prazos e a manutenção do rating de crédito perante o mercado. Um plano de RE sofisticado deve respeitar a hierarquia do capital. O desalinhamento com credores detentores de garantias r

A Engenharia da Recuperação Extrajudicial: Alinhamento Estratégico e a Simbiose com o Passivo

Diferente da via judicial, a Recuperação Extrajudicial (RE) não é um remédio de prateleira, mas uma solução de tailor-made (sob medida). A RE deve ser compreendida como um instrumento de gestão de passivo que exige, acima de tudo, maturidade negocial e uma leitura precisa da liquidez da cadeia de suprimentos. O sucesso de uma homologação não reside na petição inicial, mas nas etapas preliminares de estruturação. A assimetria de informações é a principal barreira para o desági

Execução Administrativa de AF de Imóvel: A "Engrenagem" que Transforma Garantia em Liquidez

No post anterior, discutimos como a Alienação Fiduciária protege o credor contra o gap financeiro. Mas a pergunta que separa os amadores dos especialistas é: como garantir que o rito extrajudicial seja inatacável? A celeridade via Cartório é imbatível, mas sua validade depende de um rigor formal absoluto. Qualquer "atalho" ou imprecisão pode gerar o retrocesso da operação ao Judiciário, transformando um ativo líquido em um passivo processual de longo prazo. Para que a consoli

A Alienação Fiduciária como Alavanca de Eficiência de Capital

Para o C-Level e gestores de risco, a concessão de crédito estruturado não se resume à análise de rating do tomador. O verdadeiro diferencial estratégico reside na qualidade do colateral e na velocidade de recuperação do ativo. Neste contexto, a Alienação Fiduciária de Imóveis consolida-se como o instrumento mais eficiente para otimizar o balanço e garantir a fluidez das operações financeiras. A inadimplência não é apenas uma quebra de contrato; é um gerador de gap de liquide

SBT NEWS | PROGRAMA NEWS - 1ª EDIÇÃO

20/7 PAUTA: Com a confirmação de que os Estados Unidos aplicarão tarifa adicional de 25% sobre parte dos produtos brasileiros exportados ao país, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensifica as discussões sobre qual resposta prática dará à medida, incluindo a aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica. Aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada em 2025, tal lei permite que o governo brasileiro adote medidas de retaliação contra países ou blocos econô

A Alienação Fiduciária como Alavanca de Eficiência de Capital

Para o C-Level e gestores de risco, a concessão de crédito estruturado não se resume à análise de rating do tomador. O verdadeiro diferencial estratégico reside na qualidade do colateral e na velocidade de recuperação do ativo. Neste contexto, a Alienação Fiduciária de Imóveis consolida-se como o instrumento mais eficiente para otimizar o balanço e garantir a fluidez das operações financeiras. A inadimplência não é apenas uma quebra de contrato; é um gerador de gap de liquide

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